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Robô fotografa objeto em movimento no céu de Marte
O veículo-robô Spirit, da Nasa, tirou uma foto de um objeto não-identificado no céu de Marte. Astrônomos dizem que pode ser o primeiro meteoro visto da superfície de outro planeta, ou uma nave espacial mandada ao planeta vermelho há 30 anos, que ainda o estaria orbitando.
"Pode ser que nunca saibamos, mas ainda estamos procurando por pistas", disse Mark Lemmon, da Universidade Texas A&M. Seja o que for, o Spirit teve sorte de conseguir capturar a imagem do objeto, já que a principal missão do robô é estudar as rochas e o solo do planeta.
Somente ocasionalmente a atenção do robô é voltada para o céu para que se possa estudar a atmosfera de Marte. Mas foi em uma dessas ocasiões, em que o Spirit estava observando o céu com o filtro verde de sua câmera panorâmica, que o objeto não-identificado foi registrado.
Controladores da missão dizem que o "risco" na foto era, provavelmente, o objeto mais brilhante no céu no momento. Se o objeto não-identificado não era uma estrela cadente, então poderia ser uma das sete naves espaciais que ainda orbitam o planeta.
Pelo movimento do objeto, cientistas não acreditam que tenham sido as sondas russas Mars 2, Mars 3, Mars 5 ou Phobos 2, ou as sondas norte-americanas Mariner 9 ou Viking 1. Resta apenas, portanto, a Viking 2, que tem uma órbita polar e, portanto, se adaptaria à orientação norte-sul do rastro.
Além disso, somente Viking 1 e 2 estão em uma órbita que poderia produzir um tipo de movimento tão rápido quanto o registrado pelo Spirit.
BBC Brasil
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É interessante quando a gente descobre o quanto é descartável. Acho importante darmos conta do quanto somos substituíveis..., sempre substituíveis..., por mais que acreditemos que somos importantes em alguma coisa.
Esta semana mesmo descobri o quanto sou facilmente substituível ( e provavelmente também esquecível)..., e penso que a gente ganha alguma tranqüilidade na vida quando assume essa verdade às vezes doída: o mundo não precisa da gente para ir em frente. Se a gente não fizer, outra pessoa o fará e talvez o faça ainda melhor.
Em um mundo onde todo mundo quer ser único, permanente, eterno, significativo, valorizado..., dar-se conta do quanto somos frágeis entidades substituíveis nos ajudará a tomarmos consciência que não somos deuses, mas gente..., só gente..., gente que tem seu valor no momento do agora, neste presente..., e que desaparecerá um dia, deixando pouco vestígio de sua passagem..., ou mesmo não deixando nenhuma pista de que esteve por aqui...